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Malú continua Infiel

Enviado por: Malu1 - Categoria: Traição

Quando já dominava plenamente meu computador e navegava pela internet em salas de bate papo descobri os prazeres do sexo virtual e as oportunidades que tinha pra trair meu marido. Aprendi a mandar fotos pela internet e tenho uma câmera digital que descarrega a foto diretamente no computador. Deixava os meus contatos loucos de tesão quando recebiam minhas fotos nua ou só de roupas íntimas cada uma melhor que a outra.

Certo dia eu estava teclando com uma pessoa que se dizia casado e que morava no mesmo bairro que eu e trabalhava em uma empresa que era assim, assim e assim e eu reconheci, pelas características, que era a empresa do meu marido. Perguntei mais algumas coisas e o que ele fazia e acabei descobrindo quem era. Um dos amigos do meu marido responsável pelo setor de recursos humanos da empresa. Ele é um gatão e quando nos reuníamos para alguma reunião social somente com os diretores da empresa e suas mulheres, os comentários femininos era só a respeito daquele homem cobiçado por todas em segredo.

Durante o bate papo perguntei se a mulher dele não ligava que ele pulasse a cerca e ele me disse que era muito assediado pelas mulheres e que era impossível ser fiel, mas que ela não podia nem desconfiar o que ele fazia escondido. Deixei que ele se sentisse seguro e confiante comigo e acabei marcando um encontro com ele num barzinho longe das nossas casas e da empresa onde trabalhava.

Numa sexta feira quente, descrevi como estaria vestida e avisei que estaria sem calcinha. Um vestido vermelho decotado e com um palmo acima do joelho e solto. Um sapato também vermelho e disse que estaria com uma tiara dourada nos cabelos.

Fui ao barzinho que ele me deu o endereço. Liguei para meu marido dizendo o que estaria fazendo no horário do happy hour e ele me perguntou se ele conhecia o cara como se desconfiasse ou sentisse alguma coisa. Disse a ele: quem sabe você não conhece e soltei uma gargalhada no telefone e desligamos. Sai com meu carro e fui ao tal barzinho. Sentei estrategicamente ao lado da entrada do barzinho e esperei. Como estava com o número do celular dele, liguei e disse que estava esperando por ele no local combinado. Ele me disse que havia deixado de lado e não se preparou para ir imaginando que eu não iria. Pediu uma prova de que eu estava no local e pediu pra chamar um garçom de nome Alcides. Chamei o garçom ao celular e ele falou um monte de sim para o telefone e me devolveu o aparelho. Marcos, vamos chamá-lo assim, disse que estaria por lê em meia hora. Para apavora-lo, falei que o tempo começava a ser contado e que eu iria embora em exatos 29 minutos e 30 segundos e desliguei o telefone. Chamei o garçom e coloquei uma nota de 10 reais e coloquei sobre a mesa e disse que seria dele antes até do pedido se ele me dissesse o que o Marcos perguntou a ele. E ele repetiu: perguntou se a senhora estava de vermelho, se eu era bonita, se era verdade mesmo e pigarreando finalmente soltou a última pergunta dele que era saber se eu era gotosa e meio vermelho disse ter respondido que sim. Visivelmente percebi que ele ficou sem jeito ao responder a última pergunta e gostei da postura respeitosa dele e resolvi provocar mais um e quando colocava a nota na mão dele, agradeci pela sinceridade e principalmente por me achar gostosa.

Quando meu cronômetro marcava exatos 25 minutos, o Marcos entrou meio apressado no bar onde haviam apenas 3 casais em várias mesas e foi direto em direção ao Garçom amigo dele e cochichou algo e o amigo apontou para a mesa onde eu estava.

Vocês nem imaginam a cara de espantado dele quando me reconheceu e meio tremendo veio até minha mesa e sem dizer nada sentou se de frente. Eu sorria maldosamente meio que judiando da cabeça dele que sempre se mostrou seguro nas rodas sociais e até meio exibido e convencido da sua masculinidade da garanhão.

Eu abri a boca primeiro para perguntar se ele havia gostado da “Casada Infiel” da sala de bate papo. Ainda sem poder pronunciar nenhuma palavra, totalmente pasmo gaguejou e quando conseguiu falar algo foi um “não acredito” surdo. Eu sorri e perguntei se ele não ia fazer o que disse que faria comigo e que se não tivesse gostado de mim, poderia ser franco que eu ia embora e fiz um gesto de me levantar e ele num pulo disse um não assustado e segurou minha mão.

Perguntou se meu marido sabia o que ela estava fazendo e eu disse que não, é claro.

E ele:”Ta, preciso beber alguma coisa e chamou o Alcides e pediu um Chivas duplo e sem gelo. E eu disse que também queria um, mas com gelo e uma garrafa de água mineral. Enquanto ele não tomou o primeiro gole grande da bebida não se soltou e começamos a conversar e ele sempre dizendo que nunca poderia nem sonhar que a mais cobiçada das mulheres da nossa roda estava ali na frente dele pronta pra ir pra cama com ele e que se meu marido soubesse o que fariam e começou a soltar um montão de questões e eu sorrindo de tudo que ele falava.

Disse que ia ao banheiro e fui retocar a maquiagem somente e aproveitei para passar um perfume leve no meio dos seios e na altura das coxas, além de dar uma enxugadinha na bichinha que já estava ensopada com tudo aquilo. Voltei à mesa e sentei meio afastada dela e cruzei as pernas. Quando ele voltou a falar sobre tudo que estava acontecendo coloquei o dedo indicador nos lábios dele e lentamente apontei pro meu vestido na altura das coxas e levantei um pouco o tecido mostrando pra ele que havia cumprido o que havia dito e mostrei que estava sem calcinha.

Ato contínuo chamou o Alcides, deu uma nota pra ele e mandou guardar o troco que depois pegava pois estava com pressa.

Me segurou pela mão e me levou para o motel no carro dele dirigindo até de forma insegura, desviando dos outros carros. Ele estava totalmente transtornado com tudo e eu não conseguia parar de achar graça dele e da situação em que se meteu.

Todo gentil, abriu a porta do carro me dando a mão e me encaminhando de forma mais calma para o quarto. Parei de costas pra ele e pedi pra que ele desabotoasse meu vestido, o que foi outro sacrifício, pois suas mão estavam tremendo, mas no final conseguiu e ainda de costas pra ele, deixei cair ficando totalmente nua. Saí de onde ficou o vestido e dei a volta na cama redonda e parei de frente pra ele do outro lado da cama e mandei ele despir se e ele me obedecia de forma até submissa. Ficou só de cueca e com o pau lá em cima escapando pela cueca. Fiquei de 4 na cama e fui em direção a ele e terminei de tirar sua roupa. Deitei na cama e bati a mão ao meu lado dizendo, vem. Ele se deitou e partiu pra cima, mas estava de meias ainda e eu apontei pra elas e rindo pra burro perguntei se ia de meias mesmo. Ele arroxeou e disse que ia tomar um banho, e foi mesmo.

Fui atrás dele e agora mais séria com tudo ,cai de boca no pau dele que era normal e meio fino até. Voltamos pra cama e eu tirei uma camisinha da bolsa e entreguei pra ele que vestiu o bichinho e veio por cima de mim levantando minhas pernas até os seus ombros e enfiando de uma vez só. Três estocadas depois eu atingi o primeiro orgasmo da série que viria pela frente e começamos a rolar engatados na cama. Transamos em todas as posições que encontramos e não demorou muito e ele se acabou todo. Novo banho e nova chupetinha que ele não resistiu e agora gozou mais rápido e ao terminar o banho, eu disse que precisava voltar pra casa rápido pois meu marido estaria chegando pra me amanhar e me levar pra jantar. Ele me olhou assustado e perguntou que horas ele marcou e eu disse às 8 da noite e já eram 7 e meia. Apavorado perguntou o que eu diria pra ele e eu disse que diria que estava no motel com ele esperando sua reação. Branqueou geral e chegou a vestir a cueca ao contrário e no avesso. Era no mínimo patético e eu ria como fazia tempo. No carro pedi pra dirigir por que ele estava fora de controle e ele aceitou. Voltamos depois de duas horas para o barzinho e quando eu estava descendo do carro meu celular tocou e era meu marido perguntando onde estava e eu disse ainda sentada no carro dele. Ele acenava e tentou até tirar o celular da minha mão. Me retirei do carro e tenho certeza que ele me ouviu dizer que estaria em casa dentro de 40 minutos e que tinha acabado de chegar do motel e depois contaria pra ele em detalhes. Fui caminhando em direção ao meu carro e deixei meu novo “amante” parado na frente do seu carro de boca aberta e a camisa fechada com os botões desencontrados uma casa, todo despenteado e totalmente desalinhado na roupa e na cabeça.


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Ficha do conto
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Por: Malu1
Codigo do conto: 154
Votos: 2
Categoria: Traição
Publicado em: 28/08/2002

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