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Servi uma turminha nas férias

Enviado por: betinho75 - Categoria: Gays

Chegada as férias de fim de ano eu resolvi visitar a tia Sandra. Meu costume era passar o Natal com ela e o Ano Novo com a família. Ela veio buscar e ficaria até dia 30 voltando para minha casa. Local bonito e muito agradável, eu curti a vista com morros tendo casas distantes. É o típico local para quem deseja isolamento completo e não quer nenhuma perturbação. Estrada de terra e sem passagem constante de carros, meu atrativo era procurar algo para fazer naquele lugar.

Eu, dezoito anos, branco, magro, olhos castanhos, acabei conhecendo o caseiro do sítio, o Rosemiro, um negro alto, trinta e poucos anos, rosto comprido, cabelos pretos encaracolados. Quando ele dava uma pausa na limpeza do sítio, vinha beber uma água e logo percebi que o cara ficava de olho em mim e a ficha caiu. Minha tia nada percebia e aquilo criou um desejo dentro do meu corpo que eu não conseguia controlar devido as constantes olhadas.

Após um dia e meio eu já estava achando o local maçante e puxei diálogo com o Rosemiro enquanto ele trampava. Papo vai e vem, sorrisos, o cara falou se eu era chegado em homem e falei que sim. Sugeriu se eu não queria visitar um sítio do camarada dele para pegar uma piscina, disse que eu iria gostar, falei se tinha condições de rolar algo por lá e confirmou. Eram nove da manhã e lá para uma da tarde levaria ao lugar, minha tia confiava nele e liberou.

O Rosemiro foi dirigindo e no caminho perguntou se eu era chegado em suruba, disse que queria experimentar, pediu sigilo e não falar nada para ninguém, confirmei. Eu fui esquentando nesta conversa imaginando o quanto deveria ser deliciosa esta prática que só via em pornôs. Um quilômetro do sítio, ele pegou outra estrada de terra, abriu uma porteira e desceu com o carro. O sítio nem era visto da estrada, escondido que era. O caseiro veio recepcionar, um moreno alto e forte e o ajudante dele, um negro mais coroa quarentão, baixo.

O moreno ofertou cerveja e ele já convidou para irmos para um quarto e quando olhei já percebi que o ambiente era para sexo tendo um divã no centro. Local bem arrumado, tinha frigobar, televisão, o moreno já ligou mostrando um pornô em andamento, o coroa fechou a porta e sorri, falando:

- Será que dou conta de três?

Os paus começaram a aparecer e o moreno respondeu:

- Dá sim.

Fui cercado, acariciado, apalpado na bunda e convidado a mamar o caralho preto do coroa, o Rosemiro tirou a minha regata, eu já fui ajudando e tirando tudo até ficar nu. Caras tudo pauzudos, caí de boca na rola preta e passei a mamar já agachado. Ele fodeu rápido a minha boca e mamei o moreno. Eu estava feliz com aquela loucura ali, os caras alisando cacete e esperando minha ação. Segurei a pica morena e paguei bem rápido já experimentando a do Rosemiro que fodeu até que eu babasse! Nossa! O meu rosto quente, o sangue fervendo, pelado diante de três macho não é mole. O tesão dispara. Após duas rodadas de chupadas, eu ouvi o moreno falar:

- De quatro ali.

Posicionei e o coroa salivou meu anel já piscando, forçou e passou fácil. Foi enterrando, eu abri a boca e o moreno mandou mamar e dei uma concentrada nas chupadas enquanto punhetava o Rosemiro! É uma sensação que só fazendo para saber. Fiquei tranquilo só fazendo uma careta ou outra com a intensidade que levava e o vai e vem rápido foi fundamental para eu aceitar pau a vontade! O coroa roludo fez a festa atacando o fundo do meu cu sem dó e eu tentava dar conta da garganta profunda do moreno em mim! Caralhos grossos, enrijecidos, o Rosemiro veio e repetiu o moreno enterrando a rola preta na minha boca! O coroa já metia bem forte e eu bati na perna do Rosemiro vindo com boca babando e falei:

- Pauzudo do caralho.

O coroa deu vez ao moreno que também não perdoou meu cu em processo de arrombamento completo. Os meus olhos começavam a lacrimejar pela potência da garganta profunda do Rosemiro, tomei fôlego e babando demais o coroa recebeu a mesma sorte! Suruba deliciosa! O moreno castigava bem e eu fiz uma careta com o pau na boca e ouvi:

- Delícia de cu. Vem meter!

Rosemiro penetrou e já estava bem fácil. Eu segurava o pau preto do coroa e mamava rápido e punhetava o moreno, o Rosemiro falou:

- Pede pica.

- Mete, isso, ohhhh, nossa.

- Pede mais.

- Mete gostoso, hummm!

Entregue e acostumado com o vai e vem das rolas, eu estava muito excitado e a situação começou a ficar tensa lá dentro. Eu fiz careta de choro gemendo e ele tirou! Caramba! Ele deu um tapa na minha bunda e eles partiram para outra posição. O moreno deitou no divã, eu fui convidado a cavalgar, o Rosemiro deu o pau para mamar e o coroa ficou forçando minha portinha para uma dp! O cara conseguiu e senti um prazer fora do comum enquanto mamava a pica preta e engolia! O pior que estava bom demais e eu não queria que aquilo terminasse. O coroa disse:

- Tá gostando?

- Ah, é bom demais, ai!

O coroa negro intensificou a coisa, eu fiquei olhando fazendo caretas e por fim, ouvi:

- Ahhhh, cu do cacete! Ohhhh!

Foram segundos de porra voando lá dentro e ele tirou de vez melando o pau do moreno que começou a espalhar o esperma lá dentro e foder intenso, tirando gemidos e caretas de mim! O Rosemiro fez a dp também e se a coisa estava quente, aumentou! Eu já suava descabelado e o Rosemiro mandava ver rápido, eu cheguei a gaguejar olhando para cima de olhos fechados! Aquela briga de dois paus dentro do meu cu é inesquecível e ele mandava rola preta no fundo, eu já limpava o pau do coroa, eu gemia com o pau na boca e o Rosemiro tirou despejando muito esperma sobre a minha bunda!

- Ahhhh, ohhhh!

Meu cu foi banhado de esperma e o Rosemiro deu uma distribuída levando para minha boca que acabei sabendo o gostinho salgado daquele esperma. O moreno passou a foder depressa, eu fechei os olhos pois a coisa foi forte, gaguejei e rebolei. O danado meteu intenso, eu achei gostoso, deu uma, duas na terceira espetada veio o gozo! Meu cu foi melado mais uma vez, fiquei rebolando e curtindo, sorri e ele deu um tapa na minha bunda e levantei. Falei:

- Nossa. Gostoso demais.

Fui tomar um banho com sorriso de orelha a orelha mesmo meu cu latejando horrores e aberto!

Caímos na piscina, o coroa fez umas carnes, comemos e caímos fora.

Minha tia nem perguntou nada e disse se queria jantar, recusei explicando que rolou churrasco, capotei de sono.

NO dia seguinte eu e o Rosemiro ficamos papeando enquanto trabalhava e falou:

- Gostou de ontem?

- Nossa e muito. Pena que eu não tenho mais cu! (ri)

Na noite seguinte, pintou a vontade de novo, meu cu estava bem recuperado, eu jogava cartas com ele na varanda e minha tia resolve dormir cedo. Dei uma piscada, esperamos ela dormir e buscamos um canto escuro e longe da estrada. No meio da mata, encostei numa árvore e abaixei a roupa, falei:

- Vem, mete.

O Rosemiro só alisou o pau e devorou minha bunda empinada! Eu precisava meter pois a suruba despertara uma imensa vontade para dar novamente e o negro não perdoou mandando rápido e forte! Falei:

- Isso, assim, ohhhh, delícia, isso, ohhhh!

Ele tinha pegada e trabalhou com intensidade durante segundos e parava levando-me ao tesão completo. Repetiu isto quatro vezes, eu fiquei de boca aberta, olhos fechados, mordendo o lábio, respirando forte e fiz muita careta. O bom que eu estava gostando e fiquei fácil.   

- Rola gostosa do caralho.

- Seu é bom para foder.

- Come mais.

Ele intensificou esta pegada fazendo meu pau babar, tive calafrios e arrepiei. O som do sexo que era muito excitante pois minha bunda batia no corpo dele e por dentro eu levava muita cabeçada, situação tensa ao qual eu gosto muito. Tirou o pau, ajoelhei e gozou na minha língua! Humm, delícia! Dissolvi e engoli porra, queixo babando, uma finalização de luxo! Sorri, fiquei de pé e falei:

- Delícia. Vamos voltar.

Tomei uma ducha e caí no sono.

Dois dias depois eu precisava ir embora, minha tia iria levar para casa e na noite seguinte, repetimos a safadeza.

Isto marcou muito a minha vida e em São Paulo eu esperava uma oportunidade para repetir. Delícia demais.

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Ficha do conto
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Por: betinho75
Codigo do conto: 21706
Votos: 0
Categoria: Gays
Publicado em: 30/03/2025

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